sábado, 20 de setembro de 2008
Estudo: homens e mulheres sentem dor de forma distinta
Muitos especialistas consideram que a mulher é mais resiste às dores naturais do que os homens nas diversas situações do dia-a-dia. Há quem diga até que eles ficam perturbados ao terem que resistir a uma simpes gripe ou na hora de levar uma injeção. Mas a professora Claudia Tambeli, da Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP), ligada à Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), sugere em um estudo que a mulher tem maior suscetibilidade à dor, além de senti-la com maior intensidade em alguns casos, como dores crônicas, de artrite ou na articulação da boca.A idéia faz parte de uma das linhas de pesquisa de um projeto, feito em parceria com o Departamento de Fisiologia e Biofísica do Instituto de Biologia (IB) da Unicamp, sob coordenação do professor Carlos Amilcar Parada, que busca compreender os aspectos sensoriais da dor. O objetivo principal é contribuir com o desenvolvimento de fármacos mais seguros e eficientes e para melhorar a qualidade de vida das pessoas.TERRA
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