O mercado brasileiro não tem, ainda, condições de abrigar a fabricação de tablets nacionais. Pelo menos, essa é a visão do pesquisador de economia da informação do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), João Maria de Oliveira. Em entrevista à Agência Brasil, o especialista disse que, no curto prazo, o País conseguirá apenas montar equipamentos a partir de componentes importados, a exemplo do que já acontece com computadores, televisores de LCD e celulares
Oliveira fez sua análise após a divulgação da Medida Provisória 534, que estabeleceu as regras para que os fabricantes de tablets se encaixem no PPB (processo produtivo básico) e, com isso, consigam a isenção de impostos. O documento prevê que uma parte dos itens utilizados para a produção dos equipamentos seja produzida no País.
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