segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Impostos deixam material escolar mais caro

Com o início do ano letivo de 2011, a alta tributação nos materiais escolares volta a pesar no bolso do brasileiro. Desde 2009, o governo não apresenta uma posição quanto à medidas que garantam a redução ou isenção de impostos incidentes em alguns produtos que compõe a lista escolar.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), as pessoas vêm arcando com cerca de 50% de impostos embutidos em itens como caneta esferográfica (47,49%), régua (44,65%), e cola (42,71%).

Segundo o presidente do IBPT, João Eloi Olenike, a tributação se manteve estável esse ano, pois não houve aumento nem diminuição dos impostos sobre as atividades do setor. A elevada taxa tributária nos materiais escolares se dá por conta dos impostos embutidos como: Imposto sobre Circulação de Mercadorias e prestação de Serviços (ICMS) com maior incidência, Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), com exceção de livros e papel destinado à sua impressão, Programa de Integração Social (PIS) e Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), além dos tributos sobre a folha de salários.

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